Outro dia até presenciei o reencontro ao acaso de dois amigos de infância. Entre lembranças do passado e atualizações do presente ( filhos, emprego, casamento, o amigo que separou), traçavam elogios à esfirra e diziam que sempre que tinha um intervalo no trabalho davam um pulo na rotisseria e estavam surpresos de nunca terem se esbarrado antes por lá.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Delícia das arábias
Sempre que passo pelas redondezas do Largo do Machado, a Rotisseria Sírio Libanesa, mais conhecida como "o árabe da galeria Condor", é parada obrigatória. Por "redondezas" entendam Cosme Velho, Catete e outros lugares nem tão perto assim. Mas aquela esfirra com o queijo derretendo (aliás, qualquer uma delas) acompanhada do mate da casa, vale qualquer andada.
Outro dia até presenciei o reencontro ao acaso de dois amigos de infância. Entre lembranças do passado e atualizações do presente ( filhos, emprego, casamento, o amigo que separou), traçavam elogios à esfirra e diziam que sempre que tinha um intervalo no trabalho davam um pulo na rotisseria e estavam surpresos de nunca terem se esbarrado antes por lá.
Outro dia até presenciei o reencontro ao acaso de dois amigos de infância. Entre lembranças do passado e atualizações do presente ( filhos, emprego, casamento, o amigo que separou), traçavam elogios à esfirra e diziam que sempre que tinha um intervalo no trabalho davam um pulo na rotisseria e estavam surpresos de nunca terem se esbarrado antes por lá.
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Hummmm deu fome
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