Tal pseudo-sofisticação, por sorte, não chegou ao universo dos chopes: continuo bebendo sem distinção de sabor e cor (só preço e temperatura). Mas tem um que até minha tosca degustação se rendeu: o chope da Adega Pérola. O irônico é que a Adega é famosa pela comida: aquela quantidade infindável de tapas (polvos, rolinhos de sardinha crus marinados, azeitonas, porção de alho cru com azeite que não deixa gosto na boca etc), antes mesmo desse gênero virar moda por aqui. Tenho, porém, a sorte de não sentir fome quando bebo, então raramente como na balada (bom para o bolso e para a pança). Lá na Pérola o chope é minha atração principal. Outra coisa interessante é que de um tempo para cá, em certas noites, o bar fica um pointizinho descolado com gente de todo o tipo: hipsters, gringos, antigos frequentadores, aquela mistura eclética bem Copacabana mesmo.
Seja para comer, beber ou fazer uma social, a Adega é uma das pérolas de copa.
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